Moi, je suis apologista da Metodologia de Trabalho de PROJECTO. Escrevi sobre ela, implementei-a vezes sem conta, avaliei-a, partilhei-a em seminários e conferências e aulas abertas da Profissionalização em Serviço na didáctica de informática, enfim ….para confirmar esta afirmação basta fazer uma pesquisa na Internet.
MAS ESTOU COMPLETAMENTE DE ACORDO com a equipa ministerial “Os projectos devem prosseguir, mas no âmbito das disciplinas existentes” . A meu ver só assim faz sentido, ligados aos conteúdos e às temáticas a tratar, sempre que possível contextualizados.
Sempre fui defensora da sua aplicação com rigor e não como mais um trabalhito de grupo no qual se ultrapassam as fases mais chatas.
Para mim faz sentido “embebida” nas disciplinas como explica Castro, L e Ricardo, M (1993), pois todas as disciplinas têm espaço para o NÚCLEO DURO dos seus saberes científicos e espaço próprio de acção, pode ser dirigido para projectos.
Uma actividade, um projecto não pode surgir assim do nada, tem de haver trabalho sobre os conteúdos a abordar antes, que se prevê sejam consolidados na actividade e promover a reflexão e avaliação posteriormente. Estas têm sempre espaço e lugar na escola e no currículo basta o professor “querer, saber e poder” (Cit. Matias Alves).
Nos últimos anos, talvez sim /talvez não fruto desta coisa a que chamaram as “evidências” multiplicaram-se nas escolas actividades em qualquer ligação ao currículo. A que alguns chamaram a folclorização da escola.
